O Mal Humano: A ARCA (Destaque #4)

Com a semana a aproximar-se do fim, escolhi destacar hoje um excerto retirado da recta final de A ARCA. Valter continua dentro da arca e o mundo de sonho que estava a viver deu lugar a um cenário macabro e inquietante.

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Mal pôs o pé no primeiro degrau, a porta acertou-lhe nas costas com toda a força. Desequilibrou-se e começou a escorregar pela escada abaixo. Conseguiu agarrar-se ao corrimão e travar a queda. Ficou à rasca do cóccix mas antes isso do que partir o pescoço.

“Fofinho…”

Era Ana. Estava a chamar por ele com a mesma voz doce de sempre. Nesse caso, porque é que se sentia tão inquieto?

“Fofinho…”

Levantou-se e olhou para o cimo das escadas. O seu subconsciente gritava-lhe para subir os degraus, para dar ouvidos ao seu instinto e SAIR dali.

Como um rato encantado pelo som de uma flauta, Valter mandou o bom senso ir dar uma volta e seguiu a melodia que era o chamamento da sua amada.

“Ana? Onde estás?”

O motor da arca arrancou com um engasganço. Tornou a repetir para si mesmo que nada daquilo devia estar a acontecer. Mas estava. E era tudo culpa sua.

O tampo da arca ergueu-se. Uma névoa de vapor gelado espalhou-se por toda a cave.

“Anda ter comigo…”

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MH-BRR (83)

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