O Mal Humano: Nota de autor #2

O meu Portugal é diferente do teu. O meu, isto é, aquele no qual decorrem estas histórias. É um país com alguns elementos em comum com o país onde tu vives, mas com vários acrescentos. Desde localidades e conjuntos montanhosos a figuras históricas que nunca existiram ou eventos que nunca aconteceram, há de tudo um pouco.

Faço esta ressalva antecipando já eventuais questões e reclamações por parte de alguns leitores que, possivelmente, me apontarão o dedo devido a algumas incongruências factuais. Estou certo de que irão haver muitas, sobretudo processuais. Numa série que vai lidar com aspectos de natureza criminal e psicológica, não sendo eu um criminalista ou um psicólogo, é possível que cometa uma gaffe ou outra. Aconteceu antes e irá acontecer agora. O problema é que este é o meu mundo e, como tal, são as minhas regras.

Existe um certo e um errado para muita coisa, mas também existe liberdade criativa. Em Um Cappuccino Vermelho, por exemplo, houve quem criticasse a parte final do livro (na qual decorre o julgamento de um dos protagonistas) por não ser assim que decorrem os julgamentos em Portugal. Talvez não, mas no meu sim. No meu Portugal adaptado, onde ocorrem fenómenos paranormais, onde existe uma equipa que investiga crimes dessa natureza, os julgamentos decorrem de acordo com as minhas regras, talvez até em comarcas que não existem. O importante aqui é ser coerente. Desde que obedeça às minhas próprias estipulações, tudo estará bem.

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